Faltam 90 minutos, mais os acréscimos. Santos, dono do melhor ataque do Brasil, e Grêmio, sob o manto de sua imortalidade, disputam nesta quarta-feira, a partir das 21h50m (horário de Brasília), na Vila Belmiro, uma vaga na final da Copa do Brasil. Quando o árbitro carioca Marcelo de Lima Henrique apitar o fim da partida, é bem provável que verdades e teses sejam desfeitas: dando Santos, a imortalidade gremista poderá será desdenhada. Dando Grêmio, os meninos da Vila deverão ser cobrados e questionados. Reflexos que podem soar injustos, visto que os dois times acabaram de conquistar seus estaduais. Mas como pedir racionalidade a torcedores?
No jogo de ida, no estádio Olímpico, quarta-feira passada, o Grêmio venceu por 4 a 3 após terminar o primeiro tempo perdendo por 2 a 0. A virada encheu os gremistas de esperança, apesar dos três gols sofridos em casa. A imortalidade foi a tônica dos comentários. Agora, o tricolor joga por um empate, mas promete não ficar atrás. A tática tricolor é simples: atacar para não ser atacado.
O Santos, por sua vez, precisa vencer por um gol até 3 a 2. Se devolver os 4 a 3, leva a decisão para os pênaltis. O Grêmio pode perder por diferença de um gol, desde que marque quatro. Como não poderia deixar de ser, o ataque dos 110 gols promete encurralar o time gaúcho com seu poderoso trio de frente, formado por Neymar, André e Robinho.
Não tem como não ser um jogaço.
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